Século Ilustrado, No. 489, May 17 1947 - 17 on Flickr.

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Salazar visita o navio-motor Moçamedes da C. N. N., construído em Inglaterra e com rumo a Angola e Moçambique. 
Dá-se o Rally Automóvel de Lisboa, patrocinado pelo Século, e realizado no Estoril.
Carregar na imagem para ver em tamanho 1304 x 784.
Continuam as conferências sobre o teatro português no salão do Século, na qual participaram Matos Sequeira e o sub-director do Século Guilherme Pereira da Rosa.

Século Ilustrado, No. 489, May 17 1947 - 17 on Flickr.

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Salazar visita o navio-motor Moçamedes da C. N. N., construído em Inglaterra e com rumo a Angola e Moçambique.

Dá-se o Rally Automóvel de Lisboa, patrocinado pelo Século, e realizado no Estoril.

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Século Ilustrado, No. 489, May 17 1947 - 17a

Continuam as conferências sobre o teatro português no salão do Século, na qual participaram Matos Sequeira e o sub-director do Século Guilherme Pereira da Rosa.

Século Ilustrado, No. 489, May 17 1947 - 16 on Flickr.

Carregar na imagem para ver em tamanho 1114 x 1552.
O cavaleiro tauromáquico amador Manuel Conde torna-se profissional, actuando no Campo Pequeno. Abre uma nova pastelaria em Lisboa, no Rossio, a Pastelaria Flórida. O pintor Martinho da Fonseca exibe o seu retrato de Bustorff Silva no Salão da Primavera nas Belas Artes. Antunes Coimbra realiza uma conferência sobre o “Bandeirante, herói ignorado da colonização portuguesa” no Colégio Ulissiponense.

Século Ilustrado, No. 489, May 17 1947 - 16 on Flickr.

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O cavaleiro tauromáquico amador Manuel Conde torna-se profissional, actuando no Campo Pequeno. Abre uma nova pastelaria em Lisboa, no Rossio, a Pastelaria Flórida. O pintor Martinho da Fonseca exibe o seu retrato de Bustorff Silva no Salão da Primavera nas Belas Artes. Antunes Coimbra realiza uma conferência sobre o “Bandeirante, herói ignorado da colonização portuguesa” no Colégio Ulissiponense.

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 24 on Flickr.

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Notícias da guerra. Nas imagens, soldados portugueses expedicionários para Angola.

“Angola é muito vasta e, consequentemente, a sua defeza demanda muitas forças. Apesar de importantes, as que já se encontram ali ainda não são suficientes e não sabemos se ainda o serão, juntas ás que estão prestes a partir. A hora é de sacrificios, estamos atravessando uma fase de complicações internacionaes, em que de um momento para o outro se póde decidir de nós, náo só como paiz colonia, mas ainda como estado independente.”

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 24 on Flickr.

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Notícias da guerra. Nas imagens, soldados portugueses expedicionários para Angola.

“Angola é muito vasta e, consequentemente, a sua defeza demanda muitas forças. Apesar de importantes, as que já se encontram ali ainda não são suficientes e não sabemos se ainda o serão, juntas ás que estão prestes a partir. A hora é de sacrificios, estamos atravessando uma fase de complicações internacionaes, em que de um momento para o outro se póde decidir de nós, náo só como paiz colonia, mas ainda como estado independente.”
Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 23 on Flickr.

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A guerra na Europa. Nas imagens, soldados portugueses expedicionários para Angola.

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 23 on Flickr.

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A guerra na Europa. Nas imagens, soldados portugueses expedicionários para Angola.

Ilustração, No. 6, March 16 1926 - 19 on Flickr.

Revista amavelmente cedida por T do blog Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1095 x 1545. 
Artigo sobre o chá. Na imagem, um ramo com folhas e flores de chá.
Carregar na imagem para ver em tamanho 696 x 935. 

“Além das importantes plantações de chá que temos nos Açores, onde existem várias fabricas, entre as quais a Fabrica da Goreana, que chega a exportar 200 toneladas do chá Gorreano, preto e verde, que é considerado como podendo rivalisar com os estrangeiros, há em Moçambique uma exploração de chá, pertencente à Empreza Agricola do Lujela, que atinge já uma área de 180 hectares, tendo exportado em 1925, para a Inglaterra, onde esse chá é muito apreciado, mais de 40000 kilos.”

Ilustração, No. 6, March 16 1926 - 19 on Flickr.

Revista amavelmente cedida por T do blog Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 1095 x 1545.

Artigo sobre o chá. Na imagem, um ramo com folhas e flores de chá.

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Ilustração, No. 6, March 16 1926 - 19a

“Além das importantes plantações de chá que temos nos Açores, onde existem várias fabricas, entre as quais a Fabrica da Goreana, que chega a exportar 200 toneladas do chá Gorreano, preto e verde, que é considerado como podendo rivalisar com os estrangeiros, há em Moçambique uma exploração de chá, pertencente à Empreza Agricola do Lujela, que atinge já uma área de 180 hectares, tendo exportado em 1925, para a Inglaterra, onde esse chá é muito apreciado, mais de 40000 kilos.”
Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 13 on Flickr.

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Francisco Falcão, Manuel Romão, e José Telo Rasquilho organizam uma caçada às perdizes nas suas herdades.
Corporação dos 1ºs cabos das companhias de Moçambique expedicionárias a Timor, no dia da chegada a Dilly.

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 13 on Flickr.

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Francisco Falcão, Manuel Romão, e José Telo Rasquilho organizam uma caçada às perdizes nas suas herdades.

Corporação dos 1ºs cabos das companhias de Moçambique expedicionárias a Timor, no dia da chegada a Dilly.

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 11 on Flickr.

Carregar na imagem para ver em tamanho 962 x 1500. 
Comandadas pelo tenente-coronal Alves Roçadas, as tropas expedicionárias portuguesas chegam a Mossamedes, onde são recebidas pela população local, bem como pelo governador Norton de Matos. Nas imagens: os soldados recebem o rancho, e a infantaria pratica o tiro.

“É que toda essa gente que vitoriou o nosso exercito sente a necessidade de uma desafronta ao insolito assalto dos alemães á nossa fortaleza de Cuangar, que, afinal, é o sentir de todo o verdadeiro patriota.”

Ilustração Portugueza, No. 459, December 7 1914 - 11 on Flickr.

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Comandadas pelo tenente-coronal Alves Roçadas, as tropas expedicionárias portuguesas chegam a Mossamedes, onde são recebidas pela população local, bem como pelo governador Norton de Matos. Nas imagens: os soldados recebem o rancho, e a infantaria pratica o tiro.

“É que toda essa gente que vitoriou o nosso exercito sente a necessidade de uma desafronta ao insolito assalto dos alemães á nossa fortaleza de Cuangar, que, afinal, é o sentir de todo o verdadeiro patriota.”