Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 15 on Flickr.

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O pintor José Malhoa regressa do Brasil para o seu retiro em Figueiró dos Vinhos, e cria dois novos quadros. Nas fotos Benoliel: “Basta, meu pai!”, e estudos.“O segundo é um quadro de costumes, typico, flagrante de verdade, em que mais uma vez Malhôa reproduz uma scena de embriaguez, de um perfeito rigor de observação.”

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 15 on Flickr.

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O pintor José Malhoa regressa do Brasil para o seu retiro em Figueiró dos Vinhos, e cria dois novos quadros. Nas fotos Benoliel: “Basta, meu pai!”, e estudos.

“O segundo é um quadro de costumes, typico, flagrante de verdade, em que mais uma vez Malhôa reproduz uma scena de embriaguez, de um perfeito rigor de observação.”
Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 14 on Flickr.

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O pintor José Malhoa regressa do Brasil para o seu retiro em Figueiró dos Vinhos, e cria dois novos quadros. Nas fotos Benoliel: uma camponesa de Figueiró; Pedro Álvares Cabral; e estudos para o quadro Les Ivrognes.“Em um dos dois novos quadros Malhôa trata (…) um bello assumpto historico: o descobrimento do Brazil por Pedro Alvares Cabral. O grande navegador, encostado á amurada da sua caravella, acaba de descobrir no horisonte a terra de Santa Cruz. O vulto forte e severo do capitão, a sua attitude e a sua expressão são admiraveis. (…)
Este quadro é destinado ao Gabinete Portuguez de Leitura do Rio de Janeiro, que d’elle fez a incumbencia ao illustre pintor, e deve seguir breve para o seu destino.”

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 14 on Flickr.

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O pintor José Malhoa regressa do Brasil para o seu retiro em Figueiró dos Vinhos, e cria dois novos quadros. Nas fotos Benoliel: uma camponesa de Figueiró; Pedro Álvares Cabral; e estudos para o quadro Les Ivrognes.

“Em um dos dois novos quadros Malhôa trata (…) um bello assumpto historico: o descobrimento do Brazil por Pedro Alvares Cabral. O grande navegador, encostado á amurada da sua caravella, acaba de descobrir no horisonte a terra de Santa Cruz. O vulto forte e severo do capitão, a sua attitude e a sua expressão são admiraveis. (…)

Este quadro é destinado ao Gabinete Portuguez de Leitura do Rio de Janeiro, que d’elle fez a incumbencia ao illustre pintor, e deve seguir breve para o seu destino.”
Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 13 on Flickr.

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Os funcionários da Casa Anjos prestam homenagem póstuma ao seu fundandor, Polycarpo Anjos, com um busto criado por Teixeira Lopes, e oferecem ao ilustre escultor uma medalha criada pelo medalhista Simões de Almeida Sobrinho, com o perfil do escultor numa das faces, e na outra o seu monumento a Oliveira Martins (fotos Fot. Vasques).

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 13 on Flickr.

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Os funcionários da Casa Anjos prestam homenagem póstuma ao seu fundandor, Polycarpo Anjos, com um busto criado por Teixeira Lopes, e oferecem ao ilustre escultor uma medalha criada pelo medalhista Simões de Almeida Sobrinho, com o perfil do escultor numa das faces, e na outra o seu monumento a Oliveira Martins (fotos Fot. Vasques).

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 5 on Flickr.

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Foto-reportagem de Arnaldo Fonseca sobre o Hotel do Bussaco. Nas imagens, a escada com uma pintura de A. Ramalho, e a galeria.

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 5 on Flickr.

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Foto-reportagem de Arnaldo Fonseca sobre o Hotel do Bussaco. Nas imagens, a escada com uma pintura de A. Ramalho, e a galeria.

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 34 on Flickr.

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Artigo sobre o Banco Nacional Ultramarino. Nas imagens: a Associação dos Empregados do BNU, em Lourenço Marques; curso de formação de monitores, dirigido por técnicos do Instituto Nacional de Investigação Industrial; tapeçaria de João Ayres para a agência de Quelimane, a maior no Ultramar; e as instalações do BNU em Quelimane, inauguradas em 1972.“Data de 1877 o funcionamento em Moçambique do B. N. U., justamente na cidade de Moçambique, à altura capital moçambicana, estabelecendo, no mesmo ano, agências em Lourenço Marques e Quelimane. Em 1883, quinze anos antes da mudança da capital para Lourenço Marques, correspondência do Banco aconselhava o incremento do comércio com o Transval e antevia para o caminho de ferro, então em estudo, o mais brilhante futuro. Logo no início constituiu duas secções: a secção bancária e a secção comercial. A segunda, competia já uma função de planeamento e de estudo de mercados, uma vez que devia auxiliar todos os sectores de economia susceptíveis de incrementar o desenvolvimento da Província e promover, ao mesmo tempo, a exportação e colocação de produtos locais em mercados externos.”

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 34 on Flickr.

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Artigo sobre o Banco Nacional Ultramarino. Nas imagens: a Associação dos Empregados do BNU, em Lourenço Marques; curso de formação de monitores, dirigido por técnicos do Instituto Nacional de Investigação Industrial; tapeçaria de João Ayres para a agência de Quelimane, a maior no Ultramar; e as instalações do BNU em Quelimane, inauguradas em 1972.

“Data de 1877 o funcionamento em Moçambique do B. N. U., justamente na cidade de Moçambique, à altura capital moçambicana, estabelecendo, no mesmo ano, agências em Lourenço Marques e Quelimane. Em 1883, quinze anos antes da mudança da capital para Lourenço Marques, correspondência do Banco aconselhava o incremento do comércio com o Transval e antevia para o caminho de ferro, então em estudo, o mais brilhante futuro. Logo no início constituiu duas secções: a secção bancária e a secção comercial. A segunda, competia já uma função de planeamento e de estudo de mercados, uma vez que devia auxiliar todos os sectores de economia susceptíveis de incrementar o desenvolvimento da Província e promover, ao mesmo tempo, a exportação e colocação de produtos locais em mercados externos.”

(Fonte: farm3.staticflickr.com)

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 2 on Flickr.

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Foto-reportagem de Arnaldo Fonseca sobre o Hotel do Bussaco. Nas imagens, uma mulher posa na Fonte Fria, e o hotel à distância.”(…) as decorações muraes d’este refeitorio, do refeitorio d’este Grande Hotel, são illustrações (…) de versos dos Luziadas em ligeira blanquette de vitella! O que? von-Holten, o que? No tecto, por cima da pintura… está escripto: ‘Grande se escondia’. Ah! sim, é uma epigraphe incompleta, é como se ao Camões eu só chamasse: Mões. Supponho que se continúa da que a outra parede tem. Volte-se, con-Holten, lá está o começo: Porque a lampada’. É como se ao Camões eu só chamasse Cá.”

Illustração Portugueza, No. 101, January 27 1908 - 2 on Flickr.

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Foto-reportagem de Arnaldo Fonseca sobre o Hotel do Bussaco. Nas imagens, uma mulher posa na Fonte Fria, e o hotel à distância.

”(…) as decorações muraes d’este refeitorio, do refeitorio d’este Grande Hotel, são illustrações (…) de versos dos Luziadas em ligeira blanquette de vitella! O que? von-Holten, o que? No tecto, por cima da pintura… está escripto: ‘Grande se escondia’. Ah! sim, é uma epigraphe incompleta, é como se ao Camões eu só chamasse: Mões. Supponho que se continúa da que a outra parede tem. Volte-se, con-Holten, lá está o começo: Porque a lampada’. É como se ao Camões eu só chamasse Cá.”

(Fonte: farm4.staticflickr.com)

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 33 on Flickr.

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Artigo sobre o Banco Nacional Ultramarino. Nas imagens: um mural cerâmico de Estrela Faria na escadaria principal da sede do BNU em Moçambique; as instalações do banco em Lourenço Marques; um mural do pintor Malangatana na Associação dos Empregados do BNU em Lourenço Marques; e a construção do edifício do BNU em Tete.“Em 16 de Maio de 1864 assinou o rei Dom Luís I de Portugal a carta da criação do Banco Nacional Ultramarino. (…)
Veio o Banco Nacional Ultramarino preencher uma grave lacuna, pois, apesar dos sucessivos decretos que tinham visado a regularização das operações de conversão monetária e de crédito, estas eram realizadas por particulares que persistiam na abusiva prática de taxas de usura.”

Notícia Moçambique Especial, Março 1974 - 33 on Flickr.

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Artigo sobre o Banco Nacional Ultramarino. Nas imagens: um mural cerâmico de Estrela Faria na escadaria principal da sede do BNU em Moçambique; as instalações do banco em Lourenço Marques; um mural do pintor Malangatana na Associação dos Empregados do BNU em Lourenço Marques; e a construção do edifício do BNU em Tete.

“Em 16 de Maio de 1864 assinou o rei Dom Luís I de Portugal a carta da criação do Banco Nacional Ultramarino. (…)

Veio o Banco Nacional Ultramarino preencher uma grave lacuna, pois, apesar dos sucessivos decretos que tinham visado a regularização das operações de conversão monetária e de crédito, estas eram realizadas por particulares que persistiam na abusiva prática de taxas de usura.”

(Fonte: farm3.staticflickr.com)