Crónica Feminina, Nº 869, Julho 19 1973 - 77 on Flickr.

Revista amavelmente cedida por T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 930 x 1281.“Em 1940, um grupo de crianças, andando em aventurosas descobertas, penetrou numa gruta onde deparou com a beleza de frescos e relevos pré-históricos. A partir de então, numeroso público visitou esta interessantíssima e valiosa gruta. Em 1963, foi absolutamente necessário fechar a gruta de Lascaux. O gás carbónico expelido pela respiração dos seus numerosos visitantes começava a destruir as paredes da gruta e as pinturas. Hoje está salva a ‘catedral das trevas’; está a ser esterilizada.”
Nas imagens: artistas criam uma réplica exacta da gruta, para ser apresentada ao público; uma “caixa torácica” do esqueleto da nova gruta; e touros da pré-história na grande sala de Lascaux.
Publicidade à assinatura da revista, com instruções para as leitoras do ultra-mar.

Crónica Feminina, Nº 869, Julho 19 1973 - 77 on Flickr.

Revista amavelmente cedida por T do blogue Dias que Voam. Carregar na imagem para ver em tamanho 930 x 1281.

“Em 1940, um grupo de crianças, andando em aventurosas descobertas, penetrou numa gruta onde deparou com a beleza de frescos e relevos pré-históricos. A partir de então, numeroso público visitou esta interessantíssima e valiosa gruta. Em 1963, foi absolutamente necessário fechar a gruta de Lascaux. O gás carbónico expelido pela respiração dos seus numerosos visitantes começava a destruir as paredes da gruta e as pinturas. Hoje está salva a ‘catedral das trevas’; está a ser esterilizada.”

Nas imagens: artistas criam uma réplica exacta da gruta, para ser apresentada ao público; uma “caixa torácica” do esqueleto da nova gruta; e touros da pré-história na grande sala de Lascaux.

Publicidade à assinatura da revista, com instruções para as leitoras do ultra-mar.
Menina e Moça, Nº 182, Maio 1963, Caminhos do Futuro on Flickr.
Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.Carregar na imagem para ver em tamanho 1073 x 1587.Na fotografia, a culinária de hoje comparada com a de 25 anos antes.“Há 22 anos atrás compreendi que a M. P. F pretendia ajudar a realizar-me. Ajudar-me a ser verdadeiramente cristã e portuguesa. Pretendia dar-me e deu-me. Deu-me a noção de ideal e vocação humanas. Apontou-me o caminho ao ensinar-me a vida gloriosa dos nossos antepassados. A vida das mais nobres mulheres de Portugal. Delas aprendi virtudes e ganhei exemplos. Ajudada por elas criei um ideal - ser cristã e portuguesa. (…) Para que eu o fosse, a Organização escolheu os meios - as actividades da M. P. F. Recordo as aulas de Formação Nacionalista e Moral, a Ginástica, a Economia Doméstica e muitas outras.”

Menina e Moça, Nº 182, Maio 1963, Caminhos do Futuro on Flickr.

Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.

Carregar na imagem para ver em tamanho 1073 x 1587.

Na fotografia, a culinária de hoje comparada com a de 25 anos antes.

“Há 22 anos atrás compreendi que a M. P. F pretendia ajudar a realizar-me. Ajudar-me a ser verdadeiramente cristã e portuguesa. Pretendia dar-me e deu-me. Deu-me a noção de ideal e vocação humanas. Apontou-me o caminho ao ensinar-me a vida gloriosa dos nossos antepassados. A vida das mais nobres mulheres de Portugal. Delas aprendi virtudes e ganhei exemplos. Ajudada por elas criei um ideal - ser cristã e portuguesa. (…) Para que eu o fosse, a Organização escolheu os meios - as actividades da M. P. F. Recordo as aulas de Formação Nacionalista e Moral, a Ginástica, a Economia Doméstica e muitas outras.”
Menina e Moça, Nº 182, Fevereiro 1963, Creio-Quero-Pometo on Flickr.
Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007. Carregar na imagem para ver em tamanho 1131 x 1413.“Rapariga do meu tempo, pretendo ser moderna, aberta a todo o progresso e aperfeiçoamento. Mas não quero renegar nenhuma tradição que mereça ser conservada, nem confundir excentricidades com valores, ou aceitar como inovadoras ideias falsas, estéreis e dissolventes.Alegro-me por viver numa época em que muito nos é pedido e em que ninguém tem o direito de se eximir à tarefa que lhe incumbe para um mundo melhor. Sinto a responsabilidade da minha juventude, porque a juventude é a esperança do futuro, como a flor que na Primavera promete futuro.”

Menina e Moça, Nº 182, Fevereiro 1963, Creio-Quero-Pometo on Flickr.

Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007. Carregar na imagem para ver em tamanho 1131 x 1413.

“Rapariga do meu tempo, pretendo ser moderna, aberta a todo o progresso e aperfeiçoamento. Mas não quero renegar nenhuma tradição que mereça ser conservada, nem confundir excentricidades com valores, ou aceitar como inovadoras ideias falsas, estéreis e dissolventes.

Alegro-me por viver numa época em que muito nos é pedido e em que ninguém tem o direito de se eximir à tarefa que lhe incumbe para um mundo melhor. Sinto a responsabilidade da minha juventude, porque a juventude é a esperança do futuro, como a flor que na Primavera promete futuro.”
Menina e Moça, Nº 179, Fevereiro 1963 - capa
Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.

Menina e Moça, Nº 179, Fevereiro 1963 - capa

Do livro Mocidade Portuguesa de Irene Flunser Pimentel, editora A Esfera dos Livros, 2007.